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Um amante de esportes, em especial o futebol. Bacharel em Administração, pós-graduado em Finanças e Tecnologia da Informação. No futebol atuou na Vice-Presidência de Administração do Sport Club Internacional de 2007 a 2010 e de 2015 a 2016. Membro da Comissão de Laudos Técnicos dos Estádios pelo Ministério do Esporte e Coordenador-Geral de Modernização da Secretaria Nacional do Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor no Ministério do Esporte em 2011.

domingo, 15 de junho de 2014

BEIRA-RIO NA COPA: FRANÇA X HONDURAS

Com grande felicidade estive no Beira-Rio para França x Honduras. É uma Copa do Mundo especial, visto que toda uma geração de torcedores sul-americanos não puderam desfrutar deste grande evento na América do Sul, visto que o último foi em 1978, há 36 anos atrás.

ANTES DO JOGO
A chegada foi tranquila e segura. Vim a pé desde o Shopping Praia de Belas, onde almocei e ponto de encontro com amigos. A Av. Borges de Medeiros fechada em um sentido foi um exemplo de organização para grandes eventos. Todos caminhando tranquilamente, rumo ao estádio.

No viaduto próximo da Av. José de Alencar a primeira triagem. Parabéns pela organização e sentimento de segurança aos torcedores.

Chegando ao estádio encontramos um ambiente isolado para quem passasse por revista. Criando novamente um ambiente mais seguro. Claro que a FIFA aproveita e cria um ambiente de consumo, com lojas de todos os tipos.

A entrada do estádio tranquila, muitos orientadores e todos respeitando o lugar marcado. Algo difícil em jogos dos nosso clubes.

DURANTE O JOGO
A maior gafe foi o sistema de som. Estava funcionando minutos antes do jogo, tanto que agitou a torcida com a música oficial da Copa do Mundo, porém na entrada das seleções e na execução dos hinos ficou evidenciado o problema. Uma gafe percebida por todos, infelizmente.

Os Colorados tomaram o estádio, estávamos em maioria. Inúmeras vezes ouvimos cantos colorados como "Ooooo Vamo Vamo Inter" ou "Uh Fernandão, uh Fernandão". Porém muitos gremistas presentes, convivência que deveria ser exemplo. Por que podemos conviver em um França x Honduras e não podemos em um Gre-Nal? Temos que afastar os vândalos e trazer a convivência entre torcedores da dupla Gre-Nal para os estádios.

Também destaco outros pontos positivos, como, orientadores educados e preocupados com o respeito ao lugar marcado e serviço de bar. A comunicação do celular funcionou todo o tempo. Destaco como pontos negativos a sujeira dos banheiros, alguns alagados, e também a falta de troco.

APÓS O JOGO
Saída tranquila, organizada e rápida. Caminhada longa, pois carros não eram permitidos na proximidade do estádio. Ambiente com enorme segurança, porém vale analisar que são jogos especiais, impossível criar esse ambiente de forma rotineira em jogos de campeonato.

Em resumo estou muito satisfeito, dou nota 9 para todo o evento e, se não fosse os hinos, daria nota 10. Realmente o Internacional cumpriu seu compromisso e proporcionou a cidade e a população um estádio de primeiro mundo e pronto para a Copa do Mundo.


terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

O NOVO BEIRA-RIO TEM QUE SER O DIFERENCIAL

A esperança de um ano de 2014 melhor que 2013 passa pelo Estádio Beira-Rio. Moderno, confortável, bonito... IMPONENTE.


Esperamos que o time seja inspirado pelo estádio e que tenha um rendimento mais digno em relação ao ano passado. Tínhamos em 2013 no papel um ótimo time, só que ficou na rabeira do Campeonato Brasileiro, mesmo com altíssima folha de pagamento e jogadores no nível de D'Alessandro, Forlán, Leandro Damião, Scocco, Alex, Juan, Kleber, entre outros.

Dunga também no papel parecia ser bom, treinador de seleção brasileira em Copa do Mundo. Paulo Paixão como preparador físico é quase uma unanimidade, mas... nada andou. Claro que fatores extracampo foram fundamentais, a falta de comando da diretoria no vestiário ficou evidente para todos.

Agora estamos em 2014. Diferente dos outros anos, estou sem um pensamento muito positivo. Olho o time atual e me dá pouca esperança, ainda mais que o centroavante titular, Rafael Moura, não demonstra merecer a confiança do torcedor.

Acredito demais em Abel Braga, esse sabe a cultura do clube, o pensamento do torcedor e tem identidade com o Internacional. Também vejo uma boa geração de garotos que podem ser aproveitados, diferente do ano passado que passamos quase nove meses sem utilizar a juventude e com um time velho.

Aliás, só peço um cuidado para o Abel. A nossa linha de frente que tu iniciou este ano tem média superior a 30 anos. Cuidado para não repetir os erros de 2013.